*O Poder da Ação*- 10.03.2017 – Sexta



*O Poder da Ação*- 10.03.2017 – Sexta


*CAPÍTULO III - AUTORRESPONSABILIZE-SE*

*_Você é o único responsável pela vida que tem levado. Você está onde se colocou. A vida que você tem levado é absolutamente mérito seu, seja pelas suas ações conscientes ou inconscientes, pela qualidade de seus pensamentos, seus comportamentos e suas palavras. Por mais doloroso que seja, foi você que levou a sua vida ao ponto em que está hoje. Sendo assim, só você poderá mudar essa circunstância._*
(Paulo Vieira)

A afirmação acima pode parecer muito dura, pode parecer até uma acusação. Entretanto, peço que entenda essa afirmação não como uma acusação, e sim como uma realidade libertadora. A crença de que foi você que se colocou, ou pelo menos se permitiu estar onde está, é muito salutar. Afinal, se foi você que se colocou na situação de vida que está hoje, por pior que ela seja ou esteja, foi você o timoneiro de sua vida, foi o responsável, foi o condutor do seu caminho até aqui. E como condutor, como timoneiro da sua vida, você obteve resultados, e não necessariamente fracassos.

Dentro dessa perspectiva, se você não está satisfeito com os resultados que tem obtido, basta reconhecer o que está errado, reconhecer que suas escolhas e seus caminhos não têm sido satisfatórios, e então redirecioná-los de forma autorresponsável, objetiva e consciente.

Fique certo de que os acontecimentos de sua vida não são coincidências, não são fatalidades do destino e que você não é vítima de ninguém nem das circunstâncias.

Autorresponsabilidade é a capacidade racional e emocional de trazer para si toda a responsabilidade por tudo o que acontece em sua vida, por mais inexplicável que seja, por mais que pareça estar fora do seu controle e das suas mãos.

Quantas vezes você viu alguém em uma situação negativa e debilitada de vida e perguntou a essa pessoa: Como estão as coisas? E ela respondeu: “Estão como Deus quer”. Se você estiver alerta, perceberá que sutilmente ela está tirando de si a responsabilidade pelos seus resultados negativos e culpando e responsabilizando a Deus. Será que Deus anda trabalhando contra as pessoas? Certamente não.

Como diz a Bíblia, porém, “de Deus não se zomba; o que tens semeado, isto será o que colherás” (Gálatas 6:7). Essas pessoas não percebem que seus comportamentos, pensamentos e sentimentos estão criando a vida delas, e normalmente buscam explicações externas para explicar suas desventuras e seus azares. Por isso, responsabilize-se pelas suas atitudes, porque elas trarão consequências. Responsabilize-se pelas suas escolhas, pois elas determinarão seus caminhos, e estes determinarão seu destino. Responsabilize-se pelos seus pensamentos e sentimentos, pois bons sentimentos e bons pensamentos estruturam nossas crenças e realizações.

*_Autorresponsabilidade é a crença de que você é o único responsável pela vida que tem levado; sendo assim, é o único que pode mudá-la. _*
(Paulo Vieira)

*EXERCÍCIO 1*

Reescreva, com as próprias palavras e trazendo-as para a primeira pessoa, as duas definições de autorresponsabilidade que aparecem em destaque neste capítulo.

*Exemplo:* Eu sou autorresponsável; logo, sou o único…

Nova Definição 1:
Nova Definição 2:

Pensando dessa maneira, sendo e se comportando como o autor de sua história, você poderá se colocar em qualquer outro lugar, poderá escrever e reescrever seus caminhos e suas escolhas. A autorresponsabilidade retrata o fato de que você tem se colocado onde quer que esteja, de forma consciente ou inconsciente. A atitude de autorresponsabilidade o empodera e o capacita a mudar o que deve ser mudado para continuar a avançar na direção de seus objetivos conscientes e de um equilíbrio de vida.

É importante você saber que todas as nossas mudanças intencionais e as conquistas planejadas se iniciam após assimilar e passar a viver de acordo com o conceito da autorresponsabilidade.

Como tudo na vida, acreditar ou não em qualquer coisa é uma questão de escolha. Acreditar que você é o único responsável pela vida que tem levado e que você constrói as circunstâncias e os acontecimentos de sua vida também é uma questão de escolha.
Da mesma forma, também é uma escolha acreditar que as coisas vão acontecendo de maneira completamente aleatória e imprevisível, que somos vítimas ou prisioneiros dos nossos destinos e que vamos apenas reagindo ao mundo e aos acontecimentos.

Eu, particularmente, prefiro acreditar que criamos nossas experiências, por palavras, comportamentos e/ou pensamentos, e que tudo o que comunicamos, pensamos e sentimos gera resultados e objetivos palpáveis na nossa vida.

Pessoas de sucesso sabem utilizar não apenas sua estrutura mental para colher resultados como também sua linguagem corporal, como defende a psicóloga e pesquisadora de Harvard Amy Cuddy.

Quando os resultados são ruins, essas pessoas aprendem com eles e responsavelmente optam por uma estrutura mental correta: passam a falar e a pensar de modo diferente e a se comportar também de forma diferente.

Após uma derrota, pessoas de grandes conquistas não culpam as circunstâncias, as outras pessoas ou o destino. Elas assumem a responsabilidade pelos resultados e se perguntam: o que eu devo fazer de modo diferente para que da próxima vez os resultados sejam melhores?

Uma das áreas de atuação da nossa empresa é a de recolocação profissional, e é incrível ver como, entre as pessoas que buscam se recolocar no mercado de trabalho, a maioria absoluta tira de si toda a responsabilidade pelo seu desemprego. As desculpas travestidas de explicações são sempre as mesmas:

“Houve um corte na empresa e eu tive o azar de fazer parte dele, você sabe como é, eu tinha apenas seis meses de empresa.”

“O meu superior se sentiu ameaçado pelo meu desempenho e me perseguiu.”

“A crise está grande e houve redução do quadro, você sabe…”

“Eles me prometeram uma coisa e quando cheguei lá era tudo diferente, aí fiquei desmotivado… Na verdade fui demitido, mas já queria mesmo pedir demissão.”

Poucos são os que reconhecem seus erros, demonstrando maturidade e possibilidade de aprendizado. Essas pessoas se comportam assim:

“Não trabalhei bem, não dei o meu melhor e fui demitido. Contudo, hoje, reconheço onde errei, afirmo que não vou mais cometer essa falha, e por isso quero muito essa oportunidade para…”

“Não tive humildade suficiente para receber ordens do meu superior, e o relacionamento entre nós foi se deteriorando até que fui desligado. O aprendizado, porém, foi grande e estou pronto para recomeçar da maneira correta.”

“Houve um corte por causa da crise e, por não estar batendo minhas metas, eu fui demitido. A partir de agora, estou disposto a fazer tudo de modo diferente, alcançar minhas metas e ser motivo de orgulho para as pessoas que me amam.”

“Quando entrei nessa empresa, eu estava buscando um emprego com hora de entrar e sair e em que não precisasse de muito empenho. Quando cheguei lá, porém, era uma loucura, um trabalho intenso, para onde eu olhava existiam metas e resultados. Eu não quis entrar nesse barco, minhas prioridades eram outras e meu ritmo também não era aquele, então fui demitido e estou buscando agora algo mais parecido com meus objetivos.”

O fato é que, enquanto as pessoas não reconhecerem que foram demitidas por suas falhas, em algum momento elas estarão repetindo os mesmos acontecimentos na vida delas, e com o tempo estarão se perguntando se fizeram algo contra elas, se é um carma ou se é Deus que não as ama.

*_A incapacidade de viver de forma autorresponsável nos faz reviver as mesmas circunstâncias de dor ao longo da vida._*
(Paulo Vieira)

Se você não acredita que tem livre-arbítrio para criar e escrever sua história presente e futura de vida, se você não acredita que está criando o seu mundo a cada pensamento e a cada decisão que toma, se você ainda acha que seus sucessos e fracassos independem de você, isso tudo demonstra que você está à deriva no mar das circunstâncias e vivendo perigosamente à mercê dos outros e do mundo. Para você, que acredita que a vida é uma sucessão de acasos, resta a pergunta: quem está direcionando a sua vida? Quem é o responsável pelos frutos que você tem colhido? Certamente alguém está no controle. E, se é Deus que está no controle de sua vida, lembre-se de que desde o Éden Ele deu o livre-arbítrio ao ser humano.

Você é do tipo de pessoa com quem as circunstâncias e os fatos vão simplesmente acontecendo e você vai vivendo, não como o protagonista, e sim como um coadjuvante, uma marionete que depois, sem pedirem licença, é convidada a rir ou a chorar?

Os compositores Bernardo Vilhena e Lobão criaram uma música que dizia mais ou menos assim: “Vida louca vida/vida breve/ Já que eu não posso te levar/Quero que você me leve…”. A pergunta é: levar para onde? Para uma vida bandida, como diz o compositor mais à frente, ou para a felicidade?

Ser autorresponsável é ter a certeza absoluta, a crença de que você é o único responsável pela vida que tem levado Consequentemente, é o único que pode mudá-la e direcioná-la.
(Paulo Vieira)

Pensar dessa maneira é uma das melhores formas de avaliar e desenvolver seu nível de maturidade emocional e, como consequência, aumentar exponencialmente sua capacidade de realização. É a certeza de possuir uma crença que valida todas as outras crenças fortalecedoras que você possui. É a garantia de ser uma pessoa não apenas de ideias mas também de ação, uma pessoa realizadora – enfim, uma pessoa capaz de construir uma vida feliz e plena.

O psicólogo e pesquisador Daniel Goleman, no livro *O poder da inteligência emocional*: Primal Leadership, afirma, com os outros dois autores do livro, Richard Boyatzis e Annie McKee, que 2% da população humana são os que de fato produzem mudanças, 13% veem as mudanças acontecer e às vezes até apoiam e auxiliam os outros 2%. E 85% da massa mundial não percebem o que está acontecendo e simplesmente vão seguindo o grande rebanho na direção que lhes é impingida.

Esses percentuais não se referem a classe social, cultural ou econômica, pois existem pessoas muito ricas, assim como pessoas muito pobres, fazendo parte dos 85%. Também encontramos pessoas que vêm da base da pirâmide social fazendo parte desses 2%, e é formidável vê-las mudando o mundo com suas ideias, seu trabalho e sua visão.

A minha pergunta é: onde você tem colocado a sua vida? Assinale abaixo onde você se encontra.

*Eu faço parte dos:* 2% ( ) 13% ( ) 85% ( )

Se você faz parte desses 2% que produzem mudanças, você é um grande líder, tem pessoas ao seu redor que o seguem, suas palavras e ações fazem diferença na vida de inúmeras pessoas. Você é reconhecido e admirado por aqueles que o rodeiam. Se faz parte desses 13% que percebem e até apoiam as mudanças, você tem um líder ou segue uma ideia de valor e a repassa. De alguma maneira, mesmo sem muito empenho, sem se expor, você contribui para um mundo melhor.

As pessoas que fazem parte dos 85% são manipuladas e conduzidas pelo sistema. Vivem o prazer imediato, possuem uma visão de mundo estreita e curta. Seu horizonte de visão futura não passa da farra da sexta--feira e do sábado.

Essas pessoas não enxergam as mudanças que estão acontecendo ao seu redor porque na verdade também não se reconhecem, não sabem ao certo quem são, muito menos quão grande é o valor que sua essência divina possui.

*EXERCÍCIO 2*

Escreva nas linhas a seguir uma visão extraordinária da sua vida. Escreva sobre a vida que você sempre sonhou. Sem limites para sonhar. Defina o que você gostaria de *ser, fazer e ter.* Descreva seus sonhos mais fantásticos, sem crítica ou julgamento do que é possível ou impossível.

Apenas relate a sua visão de sua vida extraordinária.
Agora, compare a visão de vida extraordinária que você acabou de descrever com a vida que você tem levado, aquela que você escreveu no capítulo anterior.

Esteja certo de que as circunstâncias são criadas por você e, dessa forma, só você pode mudá-las. Entretanto, para mudar as circunstâncias, antes será necessária forte decisão de romper com o passado, como também a persistência e a perseverança para manter a mesma visão e o comportamento de vitória independentemente das condições externas.

Foi isso o que fez Nelson Mandela, que passou 27 anos na prisão, muitos deles na solitária. Enquanto vários de seus colegas de cela se lamentavam, colocavam-se como vítimas do apartheid e dos colonizadores brancos, Nelson Mandela se colocava como autor de sua história. Ele responsabilizava a minoria branca pelo fato de estar preso; entretanto, ele se considerava o único responsável pelos seus sentimentos, seus pensamentos e suas atitudes na prisão, e também pelo que faria quando saísse de lá.

Enquanto ele via seus amigos de cela e prisão sucumbirem, ele estava se preparando para ser o primeiro presidente negro da África do Sul.

Estudou Administração Pública, aprofundou-se em Direito Internacional e Direito Penal e em muitas outras matérias importantes para o seu futuro, e tudo isso aconteceu enquanto estava encarcerado.

Quando seus colegas e até os guardas o viam com tanto bom humor e tanta felicidade, alguns diziam: “Mandela, acorda, você está na prisão, e daqui você só sai para o seu funeral.” Outros, querendo entender tanta determinação e felicidade, questionavam: “Como você faz para estar sempre tão bem?” Ao que ele respondia: *“Meu corpo eles podem ter prendido, mas a minha mente (pensamentos e sentimentos) sou eu que controlo.”* E ele continuava:

Posso responsabilizá-los pelas suas atitudes, porém eu sou o único responsável pelos meus sentimentos.
(Nelson Mandela)

Que tal você trazer para a sua vida esse poderoso conceito presente na vida das pessoas de grandes realizações?

Quando os acontecimentos não geram os resultados que esperamos, quando nossa vida não está como gostaríamos, temos basicamente duas opções: a primeira é assumir a responsabilidade pelos resultados, aprender com eles e mudar. A outra é achar um culpado e, de uma forma ou de outra, sempre se eximir da autorresponsabilidade, colocar nos outros e/ou nas circunstâncias a responsabilidade pelo que acontece na própria vida.

Tenho treinado, acompanhado e feito coaching com centenas de executivos e gestores. Percebo cada vez mais a diferença entre os prósperos e os limitados; os fazedores de dinheiro e os batedores de ponto.

Os limitados normalmente pensam muito, refletem, sobretudo no que pode não dar certo, e dessa maneira se tornam peritos em justificar suas falhas e explicar por que as coisas não deram certo como eles haviam calculado.

Em geral, são pessoas de grandes ideias, porém de pouca realização.

Esse tipo de profissional costuma ajudar seus colegas, dar ideias e mostrar onde eles estão errando e o que precisam fazer para ter êxito. E, por incrível que pareça, eles costumam estar certos, suas ideias são boas e suas análises são coerentes – no entanto, são apenas ideias. E o mais crítico: suas ideias geralmente só servem para os outros. Para eles, resta a justificativa e a explicação do porquê de suas ações e seus planos, e
até de seu imobilismo, não produzirem resultados valorosos.

*_Uma grande ideia oriunda de profunda reflexão sem uma ação para colocá-la em prática é o mesmo que frustração._*
(Paulo Vieira)

Por outro lado, as pessoas que realizam geram boas ideias. Talvez não sejam as melhores ideias, talvez nem sejam suas, mas são capazes de pô-las em prática, de fazer acontecer. E, se não obtiverem os resultados esperados, não reclamam, muito menos se justificam. Pessoas de sucesso simplesmente assumem que estão onde se puseram e, com humildade e sabedoria, buscam aprender com seus erros, para que da próxima vez possam obter resultados melhores.

Lembre-se de que as pessoas de sucesso não costumam desistir dos seus sonhos: elas aprendem com seus erros e perseveram, persistem focadas em seus objetivos, mas da próxima vez fazendo diferente, comportando-se de modo diferente, agindo, pensando e sentindo de maneira diferente.

Estudos da cientista *Jill Bolte Taylor, autora do livro _A cientista que curou seu próprio cérebro_*, mostram que o hemisfério esquerdo é o lado do cérebro responsável pela lógica, pela memória, pela sistematização e reflexão. É aí que reside toda a nossa capacidade de elaborar ideias, e também é aí que residem nossas habilidades de planejar, criar e compreender. É onde está o tão falado Quociente de Inteligência (QI).

O hemisfério esquerdo é o lado matemático, classificador, exato, linear, analítico, estrategista, prático e realista, além de ser o responsável pela linguagem. Já o lado direito do cérebro é o responsável pelas emoções, pelos sentimentos, pelos pensamentos involuntários, pela inconsciência, pela intuição e pelas crenças. É o lado responsável pela nossa capacidade de realização. É onde reside o atualmente famoso Quociente Emocional ou Inteligência Emocional (QE), assunto tão abordado hoje em dia pelo famoso psicólogo, Ph.D. de Harvard, Daniel Goleman e muitos outros cientistas e pesquisadores pelo mundo. O hemisfério direito é o lado criativo, que desenvolve a arte e a poesia. É o lado que sente paixão, saudade, tristeza, além de ser o responsável pela imaginação.

Próspero e vitorioso é o ser humano que consegue integrar essas duas áreas do cérebro, ter grandes ideias e conseguir agir para colocá-las em prática. Entretanto, se eu tivesse de escolher entre ter grandes ideias e reflexões ou ser realizador, eu elegeria o hemisfério direito e a capacidade de realização, mesmo que fosse um realizador de ideias medíocres.

É muito melhor realizar ideias medíocres do que ter grandes e espetaculares ideias e não pô-las em prática. Tenho visto pessoas prosperar muito colocando ideias velhas e batidas em prática, ou mesmo colocando em prática ideias abandonadas pelos seus criadores.

Certa vez, ministrei uma palestra sobre excelência pedagógica através do CIS® para duzentos professores de uma organização educacional de nível superior, quando uma professora de Administração, aparentemente muito capacitada do ponto de vista intelectual, discordou com firmeza de ser responsável por tudo que vinha vivendo e fundamentalmente discordou do conceito da autorresponsabilidade.

Ela protestou e disse: “a vida do ser humano é determinada pelo seu conhecimento e a reflexão que se faz sobre esse conhecimento.” Em seguida, ela começou a falar de Karl Marx e de vários teóricos do socialismo e do capitalismo, sobre Einstein, Newton, Rousseau e outros pensadores. E falou efusivamente que somos o que sabemos e a reflexão que fazemos sobre esses conhecimentos.

De certo modo, ela estava certa, ou melhor, ela estava 50% certa.
Realmente, a reflexão é muito importante. Como já disse, porém, sem a capacidade de executar e realizar meus planos e minhas ideias, só me restará a frustração.

Num contexto macro, são de vital importância esses pensadores e suas teorias; no entanto, num contexto pessoal e prático, nenhuma teoria vale absolutamente nada se ficarmos atados e imobilizados por reflexões e pensamentos, em especial se essas teorias intelectuais reforçam que somos meros espectadores e que não podemos mudar ou reescrever nossa história. Depois de ela ter se pronunciado com tanta fúria, sentindo-se acusada, apresentei a todos o que Albert Einstein pensava sobre o assunto:

*_Penso 99 vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho no silêncio, e a verdade me é revelada (…). Precisamos tomar cuidado para não fazer de nosso intelecto o nosso Deus. Ele tem músculos poderosos, mas não tem nenhuma personalidade (…). Realidade é meramente uma ilusão, embora bastante persistente (…). A imaginação é mais importante do que o conhecimento (…). Uma pessoa só começa a viver quando consegue viver fora de si mesma._*
(Albert Einstein)

Após deparar-se com essas ideias de Einstein, a professora que havia me contestado pensou, fez uma série de diálogos internos e ansiosamente pediu que eu continuasse. Depois ela me confidenciou: “Talvez a solução dos meus problemas existenciais esteja por aí…”

Quando essa professora falou de sua discordância, outra tentou puxar aplausos junto aos outros participantes, indo contra o conceito de autorresponsabilidade. Importante dizer que essa outra professora que também não concordava com o conceito chegou ao auditório com uma postura totalmente reativa, não participou de nenhuma dinâmica, sua postura e sua fisiologia corporal demonstravam total rejeição à instituição em que trabalhava e ao momento.

Para essas duas professoras, a vida delas certamente não estava sob seus controles. As coisas não estavam como desejavam e provavelmente continuarão assim até que elas se tornem capazes de se responsabilizar por sua vida e seu destino, até elas pararem de achar culpados por seus insucessos e suas frustrações, até elas pararem de se sentir vítimas da situação. Para prosperar, precisarão parar de odiar o mundo, como se ele fosse o algoz da vida delas; precisarão parar de se tratar como vítimas e eliminar a atitude de autocomiseração.

Como criador do CIS® e palestrante internacional, tenho passado por todo tipo de empresa e conhecido muitos estilos de profissionais. Os autorresponsáveis são otimistas e motivados, independentemente das circunstâncias. Mesmo que não estejam sendo remunerados a contento, eles dão seu melhor; mesmo que não sejam tão valorizados, continuam sendo produtivos e alegres.

Quando as circunstâncias se tornam adversas e não interessantes, eles optam por não reclamar, não criticar, muito menos culpar a empresa ou os dirigentes por se sentirem como se sentem. Eles buscam em si a solução e, se não a encontram, eles simplesmente vão em busca de seus objetivos e de maneira ética pedem licença para fazer seu caminho e criar responsavelmente sua história – e, com certeza, uma história de sucesso.

*CASOS DA VIDA REAL*


*Até amanhã...*

*******************************

*Dica de Aplicativo TELEGRAM*


Segue os links Aplicativo

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*Vantagens de ter o telegram:*

a) Podem ter *_5.000 pessoas_* no mesmo;
b) Ninguém tem acesso aos contatos dos membros;
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d) Fica tudo salvo nas nuvens, se alguém entra hoje por exemplo terá acesso as folhas anteriores.

*Att. Vado*

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