O Poder da Ação - 06.03.2017 – Segunda
O Poder da Ação- 06.03.2017 – Segunda
ESTILO DE VIDA ABUNDANTE
E agora você pode me perguntar: “O que é um estilo de vida abundante?”.
Imagine que você acorda cedo, vai malhar, faz amor logo de manhã cedo com o homem ou a mulher da sua vida, brinca com o filho, deixa ele no colégio. Vai trabalhar, ama o trabalho e gosta do que faz. E por isso faz com prazer, faz bem-feito, é reconhecido, ganha dinheiro mais do que apenas o suficiente para sua sobrevivência. Despede-se dos colegas de trabalho já com saudade deles. Vai dar uma corrida, encontrar com a família, e ainda encontra os amigos para um jantar em um bom restaurante. Depois vai para casa, ama seus filhos, é amado por seu marido ou por sua esposa, dorme gostoso e acorda no dia seguinte e grita: Yes!
Não é pedir demais e eu não estou falando de uma vida egoísta, eu coloquei nesse contexto seus filhos, sua esposa ou seu esposo, você fazendo essas pessoas felizes e buscando que essas pessoas sejam felizes. Um estilo de vida no qual tudo é abundante: o dinheiro, o amor, a felicidade, a paz. Quando foi que paramos de acreditar nisso? Se observarmos uma criança emocionalmente saudável, ela vai falar de abundância em todas as suas brincadeiras, representando isso com suas bonecas felizes, cheias de filhos, também felizes. Ela terá a sua casa colorida cheia de amigos, ela fará no seu fogãozinho comidas deliciosas.
Quando foi que algo tão natural na nossa infância se tornou tão distante e utópico, a ponto de aceitarmos tão pouco da vida?
A resposta para esse distanciamento de uma perspectiva de vida abundante vem quando olhamos para a TV, para a mídia tradicional, para as telenovelas, os telejornais, para a maioria dos filmes e para o diálogo da maioria das pessoas e percebemos que a tônica e os temas centrais giram em torno de morte, dor, medo, perda, traição, tristeza, mentira, vingança, ódio, violência, cobiça, inveja, inversão de valores, e assim por diante. Todas essas informações e todos esses estímulos vêm de várias direções, mas principalmente da mídia.
E quando falamos de mídia, além de vir carregada de alta precisão cognitiva no que deseja comunicar, vem também abarrotada de forte e impactante conteúdo emocional, que atinge profundamente o ser humano nos dois hemisférios cerebrais, no esquerdo cognitivo e no direito emocional. Fazendo com que pela repetição incessante nosso cérebro passe a acreditar que todo esse lixo de informações compõe uma vida normal.
E, assim, vamos nos anestesiando com tantas informações ruins e vamos recebendo todo esse material cada vez com menos crítica, menos questionamento e mais “normalidade”. Resumindo; nosso cérebro, que não resiste a estímulos repetitivos sem que haja mudança nele, passa a acreditar que tudo isso de fato é real, aceitável e, por fim, normal.
Lembro uma matéria publicada sobre uma foto tirada na praia Vermelha no Rio de Janeiro, onde um casal de turistas fazia uma selfie com o Pão de Açúcar ao fundo e um cadáver afogado estirado ao lado deles. O incrível era a normalidade com que eles posavam ao lado do cadáver para não perder o melhor ângulo da paisagem. De forma muito clara, para aquele casal, a morte se tornou algo normal, para não dizer banal.
Um ser humano afogado, uma vida encerrada precocemente, uma família sem um integrante, uma mãe sem filho e (provavelmente) filhos sem pai. E mesmo assim, nenhuma estranheza, nenhum choque, uma vida vista de forma banal e sem importância. São tantas reportagens de assassinatos, sequestros, mortes, violência, catástrofes, guerras que tudo isso vai se tornando comum, tão comum que inconscientemente vamos dando um status de “normal” para todas essas informações que não param de chegar.
E a mesma coisa vemos com relação à pobreza no Brasil, que de tão comum se tornou “normal”. Ônibus e trens lotados carregando pessoas amontoadas, entulhadas e imprensadas umas sobre as outras e isso também é completamente “normal” no Brasil dos dias de hoje. Não conto com quantas pessoas conversei e tentei mostrar que nada disso era normal. Não consigo contar quantas vezes eu disse: acorda, eu, você e o Brasil merecemos mais do que isso.
E vou deixar por sua conta identificar outro tanto de valores e conceitos que a mídia tradicional tem nos empurrado goela abaixo como normais. E mais uma vez, as pessoas expostas a esses estímulos passam a viver bem aquém de suas possibilidades e de seus potenciais, como que adormecidas por um anestésico superpotente chamado mediocridade.
Por que tanta aceitação? Por que tanta banalidade com coisas tão importantes? Para fechar a explicação, a Neurociência mostra que nosso cérebro acaba por aceitar e até mesmo procurar o padrão que mais se repete.
Quando nossa mente, buscando segurança e subsistência, compara nossa vida a telejornais, telenovelas, noticiários, filmes e a tudo que as cerca, nossa mente passa a acreditar que a média dos acontecimentos, que de antemão, foram tão corriqueiramente apresentados, são de fato normais, aceitáveis e até desejáveis.
Então, depois de tantos e tão impactantes estímulos, temos um cérebro programado para procurar e produzir uma vida “normal” e conhecida tal qual os modelos aos quais fomos expostos. Assim, resta-nos viver uma vida medíocre sem questionamentos e sem maiores expectativas. Uma vida abaixo das nossas reais possibilidades e potenciais.
DIFERENCIANDO O QUE É NORMAL DO QUE É COMUM
Para ilustrar esta questão, imagine o seguinte caso de uma vida “normal”. Um pai de família já contagiado e contaminado por esses estímulos negativos comunicados pelo mundo ao seu redor chega à casa exausto, cansado, estressado depois de dez horas de trabalho. Ao passar pela sala, um dos seus filhos que está ouvindo música acena para o pai apenas com um sutil levantar das sobrancelhas e nada mais.
Na mesma hora, uma voz interna, chamada voz da consciência, questiona esse pai que acabara de chegar à casa dizendo: “É assim que o seu filho recebe você em casa depois de um dia inteiro de trabalho?” E o pai imediatamente responde à voz com um tom de gozação: “Jovens, jovens. Jovens são assim mesmo.
Vivem cada um no próprio mundo. Isso é normal”. Depois de passar pelo filho, ele vai em direção a seu quarto e passa pela filha, que está atenta ao seu celular e não o cumprimenta. E novamente a voz interrompe seu caminhar e pergunta: “E sua filha, que não é mais tão jovem assim, não vai te cumprimentar com uma palavra ou um abraço?
E novamente ele responde: “Filhos são assim mesmo. Cada um no seu mundo. Isso é normal”. Então, no corredor da casa, ele finalmente trava o primeiro diálogo com alguém. Sua esposa, sem olhar para ele e sem entusiasmo nenhum, pergunta:
“Trouxe o pão?” Dessa vez a voz fala mais forte e inquisitiva: “Nem a sua esposa se levanta para te recepcionar depois de um dia de trabalho?” E com uma resposta pronta ele fala: “São vinte anos de casamento. Você acha que as esposas vão receber seus maridos na porta com um beijinho, dizendo eu te amo depois de anos de casados? A vida é assim mesmo. Isso é normal!”.
Ao passar por toda a sua família ele vai tomar banho. Ao sair do banheiro, ele se dirige para a cozinha, tira seu prato do forno, senta-se sozinho à mesa e começa sua refeição silenciosa, se não fosse pelo barulho dos carros que vem da janela.
Novamente a voz diz: “Você vai jantar só? Toda a sua família está em casa e você vai jantar sozinho?”. Ele novamente responde: “Cada um tem sua vida, seus afazeres. Você sabe que é assim mesmo. As famílias hoje em dia são assim. Isso é normal”.
Ao acabar o jantar, ele se senta à mesa da sala e começa a separar as contas do mês que vai pagar e as que ele não vai conseguir pagar. A voz reaparece e pergunta com um ar de cobrança: “Você vai deixar de pagar todas essas contas neste mês?” E novamente, com uma resposta pré-fabricada ele interrompe a voz e rebate dizendo: “Na vida que levamos hoje, atrasar uma conta ou outra é normal!”.
Entretanto, a jornada desse pai de família na sua casa não para por aí. Depois de separar as contas a ser pagas e as que não o serão, ele vai para o seu quarto, deita-se na cama, liga a TV e assiste a um filme de ação só para relaxar, enquanto sua esposa está vidrada em uma rede social. Agora, em tom de desespero, a voz o questiona:
“Você não vai conversar sobre o seu dia com sua esposa, fazer carinho nela ou fazer amor?”. E de forma ríspida o homem responde à voz que questiona toda a sua vida: “Você não percebe, que temos vinte anos de casados, que é assim mesmo? Todo mundo vive assim! E pela milésima vez: Isso é normal! Minha esposa gosta de rede social e eu gosto de filmes de ação, e pronto”.
Passada uma hora, o filme de ação se transformou em filme de pornografia, a esposa já está dormindo e ele, mesmo exausto, não sente sono, tenta dormir, mas não consegue.
Desliga a TV e permanece com os olhos abertos. Sem conseguir relaxar, a alternativa é tomar um “remédio para dormir”. Ele toma um comprimido, que não faz efeito. Depois de tomar o segundo comprimido, a voz já cansada de seu dono e seu estilo de vida pergunta mais uma vez: “Vai tomar dois comprimidos para dormir?”. E também cansado de ter sua vida confrontada por essa voz que não lhe dá trégua, ele responde pesadamente: “Quem não toma remédio para dormir?
Hoje em dia todo mundo toma. Isso é normal”. Então, uma hora depois de tomar o segundo comprimido o sono vem. Um sono superficial, respiração pesada e uma apneia noturna assustadora.
O celular desperta indicando 6h30 da manhã. Ele levanta cansado e atrasado para ir ao trabalho e sai apressado sem se despedir dos filhos e da esposa. E a voz não perdoa e pergunta: “Você não vai sair sem se despedir dos seus filhos e da sua esposa, vai?”. Ao que ele responde rispidamente: “Você não vê que estou atrasado, que não tenho tempo para isso? Nesse mundo corrido, ninguém tem tempo para essas besteiras. É assim mesmo, isso é normal?”.
E antes de chegar ao trabalho ele já discutiu duas vezes no trânsito, sem contar os sinais obscenos que fez para outro motorista que tomou a sua frente. Desta vez, a voz se calou, não perguntou nem questionou.
Apenas deixou ele seguir seu caminho de todos os dias. A voz da consciência se calou, foi vencida. E no lugar dela, surge uma nova voz. Uma voz que faz piada com a própria desgraça. Uma voz negativa, irônica e justificadora.
Ao chegar ao seu trabalho, estressado e zangado, ele parou à porta, suspirou, respirou fundo e de cabeça baixa entrou. Entrou sem falar com ninguém, sem olhar para ninguém, sem cumprimentar seus colegas e foi direto para sua sala. Afinal, ele ia passar as próximas dez horas fazendo o que não queria fazer, com pessoas com quem não gostaria de estar e recebendo bem menos do que se achava merecedor.
E antes que a voz da consciência o trouxesse para a sua dura realidade numa tentativa de acordá-lo para as boas possibilidades da vida, veio a voz pessimista e negativa do senso comum. E, de forma irônica e acusadora, a voz disse: “Isso é normal. Quem é que gosta do seu trabalho? A vida é assim mesmo.
Tem de aguentar essa droga de trabalho chato enquanto não aparece nada melhor. Família para sustentar e contas a pagar. Isso é normal”. Agora era uma voz negativa, pessimista que falava. E tudo o que ela fazia era dizer que aquilo tudo era normal.
Ao final do expediente, no começo da noite, esse homem entra no seu carro, pega os mesmos engarrafamentos e chega à sua casa. Ali, parado diante da porta, olha para baixo, respira fundo e entra. E como quem assiste ao mesmo DVD, o filme se repete mais uma vez. Mais um dia em que aquele homem vive a própria e triste rotina. Um homem que na verdade não está vivendo e sim sobrevivendo à própria vida, agindo muito mais como coadjuvante do que como o autor da história da sua vida. E por isso aceitando qualquer papel disponível.
Você conhece alguém que de uma maneira ou outra tem a vida parecida com a do personagem acima? Você conhece alguém que vive uma vida precária ou limitada e talvez nem se dê conta disso? Você conhece alguém cuja voz da consciência fala, grita, adverte, aconselha e implora por mudanças até o ponto de se calar? Uma coisa é certa e posso lhe garantir:
NADA DISSO É NORMAL.
Nós não podemos confundir o que é normal com o que é comum. Falar com a esposa friamente pode ser comum, mas não é normal. Tomar remédio para dormir pode ser comum, mas não normal. Não haver diálogo em casa pode ser comum em muitos lares, mas de jeito nenhum é normal. Estar acima do peso é comum, mas não é normal. As pessoas estão confundindo e transformando o que é comum em normal.
Não se deixe levar pelo mundo ao seu redor e o que ele comunica. Não acredite que limitação é normal. Não acredite que solidão é normal. Não acredite que tristeza é normal. Tudo isso pode ser comum e corriqueiro na vida de muitas pessoas que permitiram, por ação ou omissão, contaminar-se e cair na zona de conforto dessa
pseudo normalidade. No entanto, para você que está lendo este livro nada disso é normal. Lembre-se: “… mas eu vim para que tenham vida e vida em abundância”, e qualquer coisa diferente de abundância na sua vida é disfunção. E toda disfunção deve e merece ser tratada.
A experiência de vida e os resultados das outras pessoas pertence a elas. Nem é a sua experiência, muito menos sua realidade. Seus resultados é você quem vai produzir. Não é porque muitas pessoas vivem de determinada maneira que você também tem de viver assim. Você é dono da sua vida e deve viver de acordo com aquilo que acredita ser o melhor para você, e não da maneira que parece ser comum às outras pessoas.
Vou narrar a seguir o caso descrito anteriormente, porém de maneira incomum e talvez pouco vivida pela maioria das pessoas. E aí sim você vai compreender o que de fato quero explicar sobre o que é uma vida normal de verdade.
Um homem chega de sua jornada de trabalho e, ao entrar em casa, seu filho mais novo corre à porta e o abraça, encosta a cabeça em seu peito, beija seu rosto e com interesse diz: “Oi, paaai”. E com um abraço e um beijo pergunta como foi o seu dia. Creia: esse relacionamento de pai e filho é o normal. O pai mal consegue dar cinco passos, sua filha deixa o celular de lado e com muito carinho e doçura abraça seu pai, beija-o e o acompanha até a sala. Ao chegar à sala, é recebido pela esposa com um beijo apaixonado e um abraço terno, e com os olhos ela diz quanto o ama. Mais uma vez, isso, sim, é normal. Vou repetir: essa é uma vida normal. Tudo diferente disso é anormal, disfuncional e medíocre. Depois de tomar banho, ele se senta à mesa da cozinha na companhia dos filhos e da esposa. E seu jantar é um momento especial de diálogo e amor em família ao redor da mesa, e não ao redor da TV. Isso é uma família normal.
Depois do jantar ele senta com a esposa à mesa da sala e juntos planejam o orçamento do mês seguinte e veem que no mês corrente também houve uma boa sobra no orçamento, que usarão para investir e para realizar os sonhos da família. Acredite, isso é possível e é uma vida financeira normal. Depois de fechar o orçamento do mês, toda a família senta-se junta à mesa da sala para jogar, brincar, conversar e talvez assistir a um filme que de fato valha a pena. Não tenho como não dizer mais uma vez: “Isso é normal”. Com certeza, isso não é muito comum para a maioria dos filhos e dos pais. Verdadeiramente, porém, isso é o normal.
Como já disse, qualquer coisa menos que isso é anormal, disfuncional e medíocre. Após o momento em família, é chegada a hora de dormir. O pai vai ao quarto de cada filho, faz um carinho, tem uma breve conversa particular, abençoa o sono e se despede com um boa-noite. Ele volta ao seu quarto e encontra a esposa na cama e ali eles conversam, compartilham seu dia, falam de suas dúvidas, de seus planos, de suas conquistas, das aflições e alegrias.
Ali, naquela hora e naquele lugar, sem a distração da TV ou do smartphone, eles se amam com a maneira de olhar, com a maneira de falar, fazer carinho e talvez até se amem fazendo sexo. O fato é que eles se amam. Isso é uma vida conjugal normal. Não importa se têm três anos de casados, sete anos de casados, quinze anos de casados ou com cinquenta anos de casados.
Definitivamente, isso é o normal de uma vida conjugal. Ele dorme cedo com uma sensação de preenchimento, de completude, de que sua vida vale a pena ser vivida. No dia seguinte, acorda cedo, pensa em seus planos e sonhos futuros, vai fazer atividade física e depois saboreia um saudável café da manhã com boa parte da família. Depois vai trabalhar com entusiasmo e energia. Como isso é maravilhosamente normal. Ao chegar à empresa, ele entra de maneira triunfal.
Cumprimenta cada colega de trabalho com olhar sorridente, sorriso sincero e palavras de otimismo. Ele é solícito e apoiador, querido, respeitado e reconhecido por todos como um perito no que faz. Esse homem sente enorme prazer em trabalhar e produzir.
Ao acabar sua jornada de trabalho, ele é invadido por uma sensação gostosa de dever cumprido, de um dia super produtivo. E, antes de sair do trabalho, despedisse dos colegas e sai com um sorriso no rosto e ávido para chegar em casa, sabendo que existem pessoas que esperam por ele no aconchego do seu lar. Isso é de fato normal. Quando ele chega em casa, tudo se repete, de maneiras diferentes, mas com a mesma qualidade emocional, com os mesmos sentimentos. Essa é uma vida bem vivida, uma vida verdadeiramente normal e nada comum.
Não importa a situação em que sua vida esteja hoje. A primeira coisa que deve fazer para mudar a forma como vive é ACORDAR e entender a diferença entre normal e comum. Depois, saber que é possível ter uma vida maravilhosamente normal. E, por fim, estar disposto a construir um padrão de vida baseado em uma rotina de excelência.
Durante os meus eventos, é muito comum participantes perguntarem à minha equipe se de fato eu vivo o que prego. Se minha família é assim. Se meu relacionamento com meus filhos é recheado de amor, afeto, carinho, respeito. Se eu e minha esposa somos de fato um casal feliz e amoroso. A resposta é um alto e sonoro sim. Somos felizes, sim, temos uma vida dinâmica e apaixonada, sim. Aparecem desafios ao longo de nossa caminhada? A resposta também é sim. Contudo, mesmo com os desafios crescemos, melhoramos e nos tornamos ainda mais felizes.
Agora que você sabe que existe uma tremenda diferença entre uma vida normal e uma vida comum, volto a convidá-lo: ACORDE. Ouça a voz que vem de dentro de você, ouça a voz de Deus e não aceite nada menos do que uma vida realmente abundante. Vamos, pule da cama já e venha para uma vida normal, incomum e maravilhosa, disponível a todos que verdadeiramente se dispõem a construí-la.
Até amanhã...
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Att. Vado

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